A plagiocefalia pode ser facilmente diagnosticada através de um exame físico, observando o bebê por cima e avaliando a simetria do crânio. É importante diferenciar a plagiocefalia postural, causada pela pressão do peso do crânio sobre uma superfície plana, da plagiocefalia sinostótica, causada pela fusão precoce das suturas cranianas.
(Plagiocefalia postural e plagicefalia sinostótica – A plagiocefalia sinostótica cursa com desvio da orelha trás) – Fontes: aap.org)
É crucial diferenciar essas duas condições porque elas têm origens e tratamentos diferentes. A plagiocefalia postural pode ser resolvida com mudanças de postura e, em casos mais graves, com o uso de órteses cranianas. Já a plagiocefalia sinostótica, decorrente da fusão precoce das suturas do crânio, requer tratamento cirúrgico.
Quando a craniossinostose é descartada, não há risco de sequelas neurológicas, e o desenvolvimento infantil será preservado. O único problema seria estético.
A plagiocefalia é uma queixa comum em consultórios. Cabe ao médico avaliar e orientar os pacientes de maneira segura, descartando a forma mais grave de plagiocefalia, que é a craniossinostose.
Fontes:
https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/_22390c-MO_-_Sinais_Alerta_na_AvalNeurologica.pdf
Dr. Túlio Alonso João – Pediatra, Especialista pela Sociedade Brasileira de Pediatria – RQE: 85275.
Atendimentos em Botafogo e Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.